Se existe algo que não dá para aceitar é você ver e ler notícias em que pessoas inocentes pagam com a própria vida aos exageros e irresponsabilidade de motoristas mais do que imprudentes… Verdadeiros assassinos!!!
Por G1
Um pedestre morreu após ser atropelado por um Audi que invadiu a calçada na Avenida Júlio Prestes, no bairro Taquaral, em Campinas, no interior de São Paulo, na madrugada desta sexta-feira (18). O acidente aconteceu por volta de 1h.
À EPTV, as polícias Civil e Militar informaram que a motorista do Audi e o motorista de um Camaro participavam de um racha. Dentro de um dos carros foi encontrada bebida alcóolica. A Polícia Civil informou que os dois condutores serão indiciados por homicídio doloso.
A motorista do Audi perdeu o controle, invadiu a calçada e atingiu um homem, que morreu após ser encaminhado para o Hospital Mário Gatti. A condutora, também ferida, foi levada para o Hospital Padre Anchieta e era aguardada para depor no 1º Distrito Policial da cidade no início desta manhã.
O motorista de um Camaro que dirigia em alta velocidade na região também foi detido por policiais militares do 8º Batalhão.
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A motorista do Audi que atropelou um pedestre em Campinas, no interior de São Paulo, na madrugada desta sexta-feira (18), havia consumido bebida alcoólica, segundo a polícia. A condutora de 42 anos fez o teste do bafômetro que registrou 0,42 mg/l – o limite é 0,3 mg/l. Ainda de acordo com a polícia, ela participava de um racha na Avenida Júlio Prestes, no bairro Taquaral, onde aconteceu o acidente.
A vítima, o lutador de jiu-jítsu Kaio César Alves Muniz Ribeiro, de 23 anos, chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital. A motorista do Audi perdeu o controle, invadiu a calçada e atingiu Ribeiro. Dentro do carro havia um outro passageiro, de 24 anos, que teve ferimentos na cabeça. Ele foi levado para o Pronto-Socorro São José e liberado em seguida.
Segundo a polícia, o motorista de um Camaro também participava do racha. Ele foi detido e se negou a fazer o teste do bafômetro. De acordo com a Polícia Militar, o condutor de 32 anos apresentava sinais de embriaguez. Ele tentou fugir do local do acidente. Dentro do Camaro e do Audi foram encontradas bebidas alcoólicas.
Os dois condutores negam que estivessem alcoolizados. Eles foram encaminhados para o 1º DP de Campinas e foram indiciados por homicídio doloso – quando há intenção.
Advogado diz que não houve racha
O advogado Fabrício Costa Oliveira, que defende a empresária Adriane Aparecida Ignácio de Souza, de 42 anos, negou que sua cliente estivesse disputando um racha com seu Audi A3 na madrugada desta sexta-feira (18) em Campinas, no interior de São Paulo. Ela perdeu o controle do veículo no bairro do Taquaral e atropelou o lutador de jiu-jítsu Kaio César Alves Muniz Ribeiro.
“Não houve racha, isso eu posso garantir”, disse o advogado que, às 17h desta sexta, estava reunido com a família da empresária para estudar o caso. Ele disse que daria mais informações à imprensa depois de terminado esse encontro.
Para o delegado que apura o caso, Hamilton Caviolla Filho, do 4° Distrito Policial de Campinas, “não há dúvidas de que houve um racha”. Ele disse que quatro policiais militares testemunharam o momento em que o Audi A3 conduzido pela empresária passou em alta velocidade com um Camaro amarelo.
De acordo com Caviolla, a empresária também negou o racha, em depoimento, mas confirmou que estava disputando a velocidade com o Camaro. “Ela disse que não era racha, mas que enquanto, estavam parados no semáforo, o Camaro começou a acelerar e eles saíram. Ela negou também que estivesse em alta velocidade”, contou.
A Polícia Civil pediu perícia de imagens da câmera de segurança de uma empresa próxima do local do acidente. Após essa análise, o delegado irá concluir o inquérito.
Apenas a motorista do Audi aceitou fazer o teste do bafômetro, quatro horas após o acidente. Mesmo assim, o resultado foi de 0,42 mg/l de sangue, acima do permitido por lei – 0,3 mg/l. O laudo sobre uma eventual embriaguez do motorista do Camaro ainda não foi concluído – ele se recusou a realizar o teste do bafômetro ou exame de sangue.
Os motoristas dos carros de luxo envolvidos no acidente devem responder por homicídio doloso – quando há intenção de matar – e não terão direito a pagar fiança para serem soltos.
Até quando…
Enquanto houver espaço para que casos deste tipo aconteçam sem que os “motoristas” sejam punidos de forma exemplar, entenda severamente, vamos continuar tendo o desprazer de conviver com notícias como esta.
Lamentável…