A vez do professor!!! Será?

O Ministério da Educação do governo Dilma Russef deverá ter participação mais ativa nas questões que envolvem o professor, informou o ministro Fernando Haddad em entrevista à repórter Angela Pinho, publicada na última quinta-feira na Folha.

“A novidade é o Plano Nacional de Educação, com 20 metas definidas em 170 estratégias [enviado ao Congresso na semana passada]. Tem foco acentuado no professor. Uma das metas é equalizar o salário com os outros profissionais de nível superior [hoje, há diferença de 60%].”

Ele ainda defendeu o MEC da responsabilidade sobre falhas no Enem e afirmou que o ideal é ter mais de uma prova por ano.

“Os problemas mais marcantes tiveram origem no setor privado, não no público. Uma gráfica pecou [2009] por falta de segurança e a outra por excesso de segurança [2010], porque a conferência de todos os lotes de prova dependia de um manuseio que se tentou evitar ao máximo para que não se repetisse o que houve no ano passado”, comunicou.

Haddad disse que problemas como esse ocorrem em todos os lugares onde há exames desse porte. “Ou bem aproveitamos para aprender com as eventuais falhas sem abdicar de um processo transformador ou essa evolução não vai se dar por um temor que é justificável, mas superável.”

[ + ] Folha

5 respostas para “A vez do professor!!! Será?”

  1. o governo deveria olhar para uma cidade no rio grande do norte chamada ALEXANDRIA la os professores sao tratados como ze ninguem,o piso salarial nao existe,os professores estao morrendo de fome,professores com capacidade estao sendo umilhados,desprszados,enganados sem valorizaçao…se liga ministro/presidenta???

  2. O professor deveria ser mais valorizado,pois é atraves do professor do nivel 1 que os alunos começam a desenvolver as suas primeiras habilidades educativas,para que no futuro posssa se tornar uma pessoa melhor.Pois não é facil alfabetizar 30 alunos com as diversidades culturais,sociais e economicas existente entre eles.

  3. São fatos que não deveriam ser revistos apenas na troca de governo e sim o ano inteiro, afinal os professores trabalhas todos os dias e não uma vez por ano, salários baixos, falta de estrutura pra lecionar, e da segurança não tem o qu comentar. Ser professor no Brasil hoje é uma vergonha, não pela falta de vontade do mesmo, mais por falta de vontade do governo ajudar as nossas crianças a se desenvolver na parte da educação. Em primeiro lugar essa palhaçada de ano letivo de 9 anos, a criança não aprende nada, se perguntar pra um menino de 7ª série sobre um filme, um jogo de play station ou um celular, ele se pala tudo de trás pra frente sem problema algum, mas se perguntar pra ele quanto é sete vezes sete infelizmente ele não sabe responder. É UMA VERGONHA a educação oferecida pelos nossos governantes.

  4. Para se pensar em melhorar a educação neste país a primeira meta a ser aplicada é melhorar o salário do professor que hoje é uma miséria.

    Como falar em educação de qualidade se o que o professor ganha não dá para ele ter qualidade de vida. O que vemos hoje nas salas de aula de escolas públicas são professores frustrados, pois o que ganham não dá para sustentar uma família. Como falar em ensino de qualidade se o professor não tem qualidade de vida.

    Quer ver o ensino superar todas as metas definidas é só pagar um bom salário para o professor.

  5. já está passando de hora do governo olhar para o lado da educação afinal esses alunos serão o futuro, o salario de um professor nivel 1 e um causo, todos devem lembrar que seus primeiros anos na escola se deve aquele professor simples la daquela escola daquele bairro aquela tia que ficava brava quando o motivo era leitura , letra , organização, limite e outros mais. Este sim deve ser valorizado e muito por ter coragem de alfabetizar 30 alunos e ainda participar de reunioes feitas pelos pais ou sre e levar lavadas por não ter olhado seus filhos , como as professoras fossem babas. É tanta coisa que tem de falar em relação ao professor que tem que ser aos poucos, alias daqui uns tempos o nome da profição vai ser sofredor e não professor

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